Nas memórias bem guardadas tenho o ano da Expo 98, como um dos mais luminosos de sempre. Com dez anos de distância, a morada à beira rio, ao contrário de muitos feitos muitas vezes indecifráveis de Lisboa foi grandiosamente planeada. Excessos à parte, hoje a memória convida-nos a alcançar uma outra exploração do mundo. Restaurantes contrastantes com direito a esplanadas, onde há sempre lugar e assentos irreverentes, tudo num edifício que eleva o nome da cidade. E porque o planeamento compensa, uma escapadela a Barcelona para o assistir ao World Architectur Festival.

crónica publicada a 24 de Outubro de 2008 no jornal Meia Hora