Sul, na cor e na construção, um elogio à simplicidade

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Inspirada nos sacos de mercearia, este ‘Pacote‘ da elevada marca portuguesa Sul anda a iluminar o meu toucador Atlântico e as ruas da cidade. Sem haver dia em que a transporte comigo e que não me perguntem de onde é ou se a comprei fora… ‘Não’ respondo aos curiosos. ‘É linda não é? É da Sul, uma marca que reflete a entrega de uma família, uma marca que cosida à mão é orgulhosamente portuguesa’.

Quando tropecei nas lindíssimas fotografias da coleção, da autoria da Sanda Vuckovic Pagaimo apercebi-me logo da excelência e da entrega do amor das mãos com que são feitas. Não conheço melhor base de um ser humano do que a família e essa união nota-se, nas linhas que cosem esta marca que já visualizo a conquistar o mundo.

Dê Osório, apoiada pelo irmão, Duarte fazem acontecer a beleza das formas simples da Sul. E se o projeto nasceu com a Bazar, uma peça linda que elogia a eloquência das formas mais banais do nosso dia a dia veloz, foi a partir desse modelo icónico que nasceu a coleção.

Toda a cumplicidade das peças respira um design simples, mas é nas cores naturais que me prendo à Sul. Todas as peças são feitas à mão, uma a uma, por dois artesãos que lhes dedicam todo o tempo necessário até que estejam perfeitas.

As peles são criteriosamente escolhidas segundo a estação do ano, a dimensão e o modelo do saco e porque quem pulsa a Sul pelas ruas da cidade gosta de sentir os materiais envelhecerem com o uso, gastarem-se com o toque das mãos, do sol e da chuva. A marca torna-se assim cúmplice do legado do que perdura no tempo e que “passam de pais para filhos com momentos para contar, gravados como tatuagens.”

Deixo-vos o meu ‘Pacote’ e a coleção na galeria mais em baixo. Para se encantarem tanto quanto eu explorarem aqui e aqui.

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