
Tenho andado em reflexão. O meu ano começa sempre no dia de anos e por isso tenho andado a escrever menos do que gostaria. Mas hoje enviaram-me este postal com um pequeno texto:
“Esta menina perdeu a Mãe na guerra e no pátio do orfanato e desenho-a com giz e aninhou-se num colo que não existe deixando de fora as sandálias para respeita-la como manda a tradição ao se entrar num local sagrado. O amor faz do outro sagrado”…acaba assim o texto.
Na sequencia do Alta Definição desta semana retive-me na frase de que se não formos amados, jamais saberemos amar ou como ser amados. Achei lindo e quis partilha-lo.
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