For more than twenty years, I have explored Portugal and the world through writing, travel and storytelling, with articles published in national and international press and a TV Show dedicated to hospitality and culture, filmed in Portugal, Amsterdam and New York.

This is my digital portfolio, a curated hospitality, culture, heritage, lifestyle and travel collection of places, people, stories and experiences, from Portugal and beyond.

Sancha Trindade

Tenho andado mais calada, porque precisei de me habituar ao ritmo de investir as minhas segundas-feiras passadas na Católica Lisbon School of Business and Economics. O Programa Avançado de Gestão para o Turismo, também conhecido por Pagetur, terá a duração de 5 meses vai tomar conta do primeiro dia de trabalho da semana, o que exigirá alguma reorganização, mas nada que não se faça por uma causa maior.

Para primeiro dia – e a primeira impressão marca sempre – tenho uma palavra: organização.Confesso que de todas as instituições por onde passei, o brio respira bem por estas bandas e assim até dá gosto. Primeiro a apresentação do professor Pedro Celeste e do Professor Nuno Fazenda, depois a pastas de arquivo, os separadores, o livros de notas tipo moleskine, as folhas, a caneta, dois livros, com nota ainda mais elevada para a primeira aula dada pelo professor Luís Cardoso, que adorei.

Diretor da Católica-Lisbon| Executive Education, Diretor Adjunto da Faculdade e Professor Associado Convidado, lecionando na área de Estratégia, membro do Steering Committee que anualmente organiza a Conferência Internacional da Formação de Executivos (EFMD), o professor Luís Cardoso é Mestre em Gestão pela Universidade Nova de Lisboa e Licenciado em Gestão pela Católica-Lisbon. Foi Diretor-Geral de uma empresa internacional e é autor de vários livros na área de estratégia, sendo o mais recente “Estratégia e Competitividade – como vencer nos negócios no ambiente vertiginoso e global do séc. XXI”, livro que nos foi dado a explorar.

Uma tarde sábia, que na fluidez da sua humilde e serena sabedoria, me deixou bastante enriquecida e com um livro que vou ler este fim-de-semana. E nas palavras roubadas de quem o inspira como é o caso de Gandhi, “cada um de nós deve ser a mudança que queremos ver no mundo”. Esta já conhecia mas nunca é demais relembra-la, ainda mais nesta tempestade que o nosso país atravessa. E apanhada também pelas intempéries não tenho margem para dúvidas: “é melhor acender um fósforo do que contestar a escuridão” e por isso aqui estou eu emprenhada nesta descoberta.

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