A nova campanha e o catálogo da Vista Alegre Atlantis são uma inspiração nacional

Anuncio Triadic Esta semana tive o privilégio de almoçar numa das colinas de Lisboa, para testemunhar a maneira visionária com que a Vista Alegre Atlantis abriu um novo capítulo da sua história. Depois do almoço estive toda a tarde a flutuar com o grande exemplo que esta marca representa, também na minha história, já que fui educada com enxoval à antiga.

Arcas de lençóis brancos de linho bordados, que nunca troquei pelos coloridos do Ikea, e três serviços, pois ditavam as regras que deveríamos ter um serviço para todos os dias, um de cozinha e um melhor, seja lá o que isso signifique nos dias que correm.

A verdade é que gosto de usar ‘o melhor’ todos os dias, e quem frequenta o meu andar Atlântico sabe bem que a mesa é considerado o local mais sagrado da casa. Os armários respiram três serviços que se conseguem misturar (todos juntos dão para 36 pessoas, um exagero nos dias que correm!) por terem uma base branca. De linhas contemporâneas são elevados a mesas dignas do Vatel (o que eu amo este filme) porque se apresentam com obras de arte da Atlantis. Uma das minhas peças preferidas – a Vesta – é ponto de honra para os morangos frescos com folha, que gosto de apresentar, para misturar com as sobremesas.

Vesta andar Atlântico

Nos seus cento e noventa anos (a festejar em 2014) a Vista Alegre Atlantis faz um elogio a todos os clientes,  colocando-nos como narradores privilegiados da história da marca. As imagens falam por si, mas o catálogo muti-média com musica banda sonora original do catálogo de The Legendary Tigerman, está de tirar respiração.

“Com elementos da Companhia Nacional de Bailado, os vencedores de um passatempo lançado na página oficial de Facebook da Vista Alegre Atlantis protagonizam na primeira pessoa este projeto pioneiro que une a música, a dança, o cinema, a moda, a porcelana e o cristal, materializando um público multi-etário, pluricultural e multilinguístico, diverso e fascinante, como as formas, os motivos, tons e inspirações dos produtos criados e apresentados anualmente pela marca”.

O cenário escolhido foi o imponente e cénico Museu da Eletricidade e o resultado está a vista. Para a realização deste catálogo foi utilizada a tecnologia vídeo 5K, e câmaras Red Epic, uma tecnologia com uma resolução quatro vezes superior à da alta definição, imaginem só. Desta produção nascem também as imagens que do catálogo físico, em papel, com frames escolhidos Miguel Sales Lopes, diretor de fotografia do projeto. Os filmes em altíssima definição serão também adaptados a uma campanha publicitária na televisão, a partilhar nas redes sociais e imprensa a partir de 30 de Novembro.

Assim de repente só me ocorre a palavra ‘stunning’. Sei que não é uma palavra portuguesa, mas sempre odorei a sua fonética e abraça bem o rasgo desta marca portuguesa ao mundo. Por isso hoje dedico estas linhas a agradecer de coração largo, não apenas o almoço onde tomei conhecimento desta campanha lindíssima, mas a agradecer também a capacidade de reinvenção desta marca tão nossa, a capacidade da sua visão de mundo e pioneirismo, sem nunca perder a classe que que respira na tradição que lhe é característica.

A todos os que constroem ao longo dos anos esta marca, em especial ao Diretor de Marketing e Novos Produtos, Nuno Barra, mas também ao talento do director de fotografia Miguel Sales Lopes e ao rasgo sempre genial da realizadora e Diretora de Marketing e Comunicação da Visabeira, Catarina Pestana, que juntos e inspirados orquestraram esta campanha.

Obrigada por uma campanha que é uma verdadeira lufada de ar fresco, uma inspiração ao potencial da nossa marca global, que me faz acordar todos os dias há anos. Obrigada, não apenas o sentido de associativismo, mas pela capacidade de surpreender e de elevar a marca do nosso país ao mais elevado esplendor.

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