
em contagem decrescente para as Flores e para o Corvo, partilho um soberbo documentário francês sobre três homens por trás da beleza dos Açores. este arquipélago tira-me do sério. é mais forte do que eu… nem tenho palavras suficientes no meu dicionário para exprimir tudo que sinto sempre que me encontro nas terras do Atlântico. abraçada pela energia do sublime, sem espaço para a não essência e sem velocidade para aquilo a que chamamos de fuga. simplesmente ‘estar inteiros onde estamos’.

O Nilton Nunes da Cume 2351 na ilha do Pico foi o meu guia na subida à montanha. ser humano de excelência não poderá estar em melhor e mais elevada companhia. mais aqui.


