
O dia seguinte a um evento é sempre assim, esfalfada algures num canto da casa, a deliciar-me com o poema que é sempre uma mesa desconstruída. Não há nada que me dê mais prazer do que receber em casa, ou preparar eventos. O ponto de partida são sempre elevados ao edílico exagero de cenários como o de Vatel de Roland Joffé, de Ligações Perigosas de Stephen Frears ou de Marie Antoinette de Sophia Coppola.
Na semana passada descobri a Mesa Posta, uma empresa que para eventos maiores aluga artilharia ao preço da chuva. De um dia para o outro precisei de 300 copos de prova, para o evento de laçamento ‘Portugal 2013, e agora?’ – e que revelarei nesta plataforma na terça feira.
Por apenas €30 tinha os 300 copos no Chiado em caixas levadas pelo Bruno, o piquete de serviço. Por isso, a quem delira receber como eu, apontem o site.



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